segunda-feira, abril 23, 2007
sexta-feira, fevereiro 09, 2007
Novos Instantâneos de LILIANA...
Temos a Lua redonda,
Num céu azul fim de dia...
Reflecte ela a luz do Sol,
Prepara a noite outro dia!
Abraço tudo no peito,
Mergulho naquele rio,
Que tudo e todos acolhe
E só então eu me sorrio!
Liliana
31 de Janeiro de 2007
domingo, janeiro 14, 2007
Sou assim...
quarta-feira, janeiro 03, 2007
FELIZ ANO NOVO!

Que o Novo Ano vos traga,
Embrulhado numa manta
Tudo o que sabeis cantar
E tudo o que vos encanta.
Que o Ano Novo vos traga,
Embrulhado num lençol
Muita Paz e muita Cor
E a Alegria do SOL.
Que o Novo Ano vos traga,
Servido numa bandeja,
Saúde e Harmonia
Que é o que mais se deseja.
Que o Ano novo vos traga, enfim,
Como prova de louvor,
Muitos risos e Amor
E Felicidade sem fim!
Liliana.
Aos 3 de Janeiro de 2007
(Foto INS)
segunda-feira, novembro 13, 2006
Instantâneos Revisitados...
Vários Momentos da LILIANA:
É do fundo da compreensão que olho o céu
e sei que ele é tudo o que não sei dizer...
Absorvo o calor do Sol
para o poder devolver
como um espelho reflector...
Acho, no sussuro de uma brisa ligeira,
a carícia que também não sei como fazer...
Que TUDO vos dê de mim notícia,
como TUDO me dá também de VÓS...
Lisboa, 13 de Novembro de 2006
.....................................................................................
As agulhas do pinheiro aqui em frente
são fios de prata
balançando na leve brisa.
O Sol
dá-nos a força de um sorriso
e um abraço quentinho.
O céu azul está limpo
e como um tela
onde tudo se recorta.
Um dia luminoso assim
a prometer Felicidade...
Lisboa, 10 de Novembro de 2006
..............................................................................
É feita de dois azuis:
Céu e mar
Com Sol brilhante
a sorrir dentro de mim...
Há luzes que não se apagam,
mesmo que não se vislumbrem...
Existem porque é assim...
Lisboa, 03 de Setembro de 2006
Liliana
Lisboa, 13 de Novembro de 2006
segunda-feira, julho 10, 2006
Que falta fazem os espelhos...
Liliana saíu da gruta, espreguiçou-se, respirou fundo e correu até ao lago, na clareira.
Atirou-se, mergulhou.
Quando veio à tona parecia um peixe...
Saíu escorrendo água, procurou um lugar ao sol onde adormeceu e secou.
O dia ía decorrendo em serena tranquilidade.
Nem o ar era em demasia, nem o calor, nem o canto dos pássaros, nem a fome apertava. Nada.
Liliana sentou-se encostada a um tronco. O que sentia era tão estranho...
Olhava-se e via-se a si mesma.
Olhava de um lado e ardia, olhava do outro e era um peixe a abrir a boca fora de água.
O som que isto fazia, não se ouvia.
Ainda pensou se isto seria um sonho, ou se tinha ficado esquecida, debaixo de água.
Loucura, pensou, que falta fazem os espelhos...
Beliscou-se e sentiu, mas via-se a beliscar-se a si mesma...
Decididamente, hoje não estou em mim!...pensou, abanando a cabeça.
Mas logo a seguir, sorrindo-se, pensou também:
Pois não...nem sei como é que hoje o tempo passou!
Encolhendo os ombros, lá regressou à sua gruta e sorria.
Liliana, 10 de Julho de 2006
(As fotos em espelho são de uma flor de Maracujá, também conhecida como "Passion flower").






